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sábado, 27 de março de 2010

California, estado dos EEUU, vai Exportar detentos para o México... e exporta o "modus operandi" caótico a muitos países, exemplo : ES de paulo hartung

California, estado dos EEUU,  vai Exportar detentos para o México

Califórnia decide reduzir população carcerária para estancar crise no orçamento
The New York Times

LANCASTER, Califórnia - A grave crise no orçamento da Califórnia forçou o estado a tratar da superlotação nas cadeias.

O estado iniciou nas últimas semanas suas maiores mudanças desde 1970 para diminuir a superlotação - e reduzir a impressionante taxa de 70% de reincidência de crimes - enquanto a população carcerária se transforma num dos maiores drenos dos já debilitados cofres do estado.

Cerca de 11% do orçamento estadual, ou cerca de US$ 8 bilhões, vão para o sistema penal, mais do que é gasto como educação superior.

Menos 9.500 detentos nas prisões

Os problemas do sistema são evidentes numa prisão em Lancaster, 80 km ao norte de Los Angeles, onde 4.600 presos ocupam prédios erguidos para um terço deste número. Um asfixiante ginásio abriga 250 pessoas em beliches, de parede a parede.

Os novos esforços neste ano são direcionados a remover das prisões criminosos de 'baixa periculosidade'. O objetivo é retirar 9.500 detentos das 33 carceragens do estado até o ano que vem. No total, há 197.000 presos na Califórnia, a maioria composta por latinos ou negros.

Para reduzir a volta de ex-criminosos para a prisão por violações da sentença condicional, centenas de presos por delitos simples vão ser libertados sem serem submetidos à supervisão de policiais.

Alguns prisioneiros também podem ser libertados antes do prazo, depois de passar por programas de educação e contra drogas, ou ter as sentenças reduzidas sob novas fórmulas de cálculo que levam em conta o tempo de prisão antes e depois da sentença.

O governo Schwarzenegger cogitou uma série de outras ideias para reduzir custos, incluindo prisão no México e entregar prisões à iniciativa privada 
 
 
Comentando:
 
Quer dizer:
Os EUA agora exportarão oficialmente a violência. 
Reduzir essa taxa de criminalidade e reincidência, não passaria por combate ao tráfico nas fronteiras? ( Trafico de mulheres, órgãos e droga?)

Enquanto no Brasil o índice gerador de violência é em 75% dos casos ( dos criminosos detidos, os de colarinho branco, não sabemos estão livres ou compram Habeas antes mesmo de ocuparem celas especiais por uma horinha) é a exclusão social ( que "engraçado" no ES, o "progresso" a partir do crescimento desprogramado de multinacionais como a Aracruz, Vale...é que fez que nos meados dos anos 80 o estado passasse da condição de estado pacato para o estado cuja capital é a cidade mais violenta do mundo, nos EUA eles pagam por receberem emigrantes dos países em que eles mesmo incentivam o "progresso" via o sub desenvolvimento imposto a sua população por empresários e governos aliados ao narcotráfico e ao trafico de mulheres. Ou aos exploradores de riquezas naturais.
 
O que reduziria os "custos" dos detentos ( Uma tese documento, no ES- a polemica da vez, no Brasil- mostra que os custos penitenciários, são mais para atender as "necessidades" de gestores e mega empresários do que propriamente os gastos despendidos com os próprios detentos) seria desvantagem para os mega de lá também.

O Exterminador do Futuro: da ficção p/a realidade

enquanto que exemplos dados em modelos
sócio reeducador, em penitenciárias que comprovadamente teve seus custos reduzidos ao implantar programa ressocializador, são ignorados convenientemente em estados como a Califórnia e a maioria dos estados brasileiros ( salvo MT e Paraná ). Sem contar nas práticas de tortura que ou matam o detento ou o faz , em 90% dos casos reincidirem, quando apenados.
mas não é ele,o governador californiano , o "EXTERMINADOR DO FUTURO"? Faz juz ao título, e garante a continuidade da opressão de poderosos a população oprimida 

Sou capixaba e trabalhei diretamente com programas que visavam a redução de violência no ES. Trabalhei com comunidades, pessoas em risco de criminalidade,familiares de detentos,pessoas em risco de criminalidade, policiais, as 3 policias, detentos , sindicatos, e só não trabalhei com o governo, porque o próprio não teve interesse em fazer alianças. Defendi e acompanhei o processo de sindicalistas. 
Vi e estive em algumas rebeliões e motins. Estive ligada a grupos da sociedade Civil, propondo parceria com o estado, num oferecimento do Dr. Silvio Capistrano - adv. criminalista de credibilidade nacional, para um mutirão de revisão de penas, pois mais de 60% dos detentos estavam, na época ( 2005/2006/2007) aptos a liberdade assistida, ou com penas vencidas.

Sobre a Califórnia, afirmo sem medo de errar que o que acontece lá, acontece aqui, no ES tb. , só não posso afirmar, que lá ,O alto valor gasto com a segurança pública , é decorrente das verbas desviadas, superfaturadas.




 mudarmos o discurso e debater:

E é dessa maneira que acho que a sociedade precisa ver a questão da segurança pública: Precisa de saber o que gera a violência, o que eleva o custo da segurança pública e qual a conseqüência desse sistema penitenciário caótico. E pode saber Tb. O pq. Só negro, “puta” e pobre, estão cumprindo pena no Brasil. 

Pena de Morte:

Se a Califórnia, estado do Exterminador do Futuro, é um estado onde a pena de Morte é legalizada, porque a violência se faz com taxa tão alta?Não seria melhor se o estado combatesse a violência onde ela de fato se inicia? E as reincidências? Se em estados com um programa de ressocialização existente, a reincidência é infinitamente menos que em estados como Califórnia, ES, MG, SP..., o que leva um governo a questionar a formula empregada nos melhores sucedidos e não segui-la?

terça-feira, 23 de março de 2010

Calendário de vacinação contra a H1N1

Ministério da saúde.


Portal da saúde.


http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/index.asp




LEIAM E DIVULGUEM EM SITES,BLOGS E COMUNIDADES.

Chavez: Internet deverá ser uma Trincheira de lutas contra violações capitalistas dos DH



 

Un rotundo mentís a las especulaciones y la campaña mediática desinformadora sobre Venezuela:
 
Chávez: «Internet debe ser una trinchera de lucha contra el capitalismo»
Chávez, durante su intervención semanal en TV / REUTERS
 
Actualizado Lunes , 22-03-10 a las 14 : 01
 
El presidente de Venezuela, Hugo Chávez, ha negado que su Gobierno esté planeando restringir el uso de internet, si bien reconoció que se penalizará a aquellas páginas web que difundan información que pueda contribuir a sembrar el pánico entre la población.
 
«Está corriendo una noticia falsa, porque es falsa, de que vamos a limitar Internet, que la vamos a controlar. Es falso. Nosotros tenemos una estrategia central y no es otra que transferir poder al pueblo y el primer poder es el conocimiento» , ha asegurado en su programa televisivo semanal.
«Aquí Internet es ley. Es ley desde el año 2000. Dicen que Chávez va a eliminar internet; no, aquí hay un decreto que declaró el uso de Internet asunto de interés nacional. Es casi que obligatorio (garantizar su libre uso)», sotuvo el mandatario venezolano.
 
Chávez, sin embargo, afirmó que se castigará de acuerdo a las leyes vigentes a los responsables de las páginas de Internet que difundan información que cree alarma social, y puso como ejemplo el caso de hace dos semanas, cuando desde el foro de usuarios de un medio digital crítico con su Gobierno se anunció la muerte de Diosdado Cabello, ministro de Obras Públicas y Vivienda.
 
En ese momento se dispararon las especulaciones de que el Ejecutivo venezolano restringiría el acceso a Internet de ciertas páginas críticas, imitando los Gobiernos de países aliados como Cuba o Irán. Sin embargo, tanto Chávez como otros miembros del Gobierno se apresuraron a negar este extremo, si bien recalcaron la necesidad de que los medios fueran responsables en la difusión de sus informaciones y se ajustaran a la ley.
 
«Trinchera de lucha»El presidente de Venezuela afirmó que la Red ha de ser una «trinchera de lucha» contra «los valores del capitalismo» que por ella circulan, y alertó contra el uso indebido de Internet, a través de la cual, afirmó, «se han dado hasta golpes de Estado».
 
Durante la emisión de su programa dominical Chávez inauguró un centro de Internet en Caracas, e hizo un llamamiento al público allí presente para que incrementen su uso de la Red. «Ahora ustedes son soldados en una trinchera. Y no puede haber venezolano que no se incorpore al programa de alfabetizació n tecnológica, que ya ha alfabetizado a más de 600.000 personas en estos años», afirmó.
 
El mandatario dio estadísticas de cómo su Gobierno ha incrementado el uso de Internet en el país. Señaló que en Venezuela el número de internautas en 2000 era de 273.537, mientras que en 2009 esta cifra ascendió a 1.585.497, lo que representa un crecimiento de más del 600 por ciento. «Esto nadie lo dice, pero en cambio, corre por el mundo la noticia de que vamos a acabar con Internet, que vamos a restringir el servicio», denunció Chávez.

http://www.abc. es/20100322/ medios-redes- web/chavez- internet- debe-trinchera- 201003221359. html
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Lic. Rosa Cristina Báez Valdés "La Polilla Cubana"

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“La derecha avanza -como la maleza en la selva- por las grietas que deja la izquierda en sus hermosos proyectos”.  Fernando Báez

"Los malos no triunfan si no donde los buenos son indiferentes”
José Martí

A Unidade como ferramenta de luta para a garantia de Direitos Humanos

Por Ricardo Salgado
“La unidad, vista desde este punto, no es un concepto idealista, utópico o absurdo; por el contrario, se trata de un mandato obligatorio para los liderazgos que emana directamente del pueblo indefenso”.
3960154178_c55e659a87_o.jpgDurante los últimos 50 años, la América Latina ha tenido que enfrentar toda la “creatividad” de los órganos de inteligencia de los Estados Unidos. El resultado de todas las tácticas utilizadas por este formidable adversario, dejaron huellas de múltiples formas en los pueblos; la más terrible de ellas es la violación permanente, flagrante, y casi siempre impune de los derechos humanos.
Esta larga lección histórica nos hace pensar que es muy difícil que se cometan violaciones a los derechos humanos en esta parte del mundo, sin que lo sepan los funcionarios de los mal llamados organismos de inteligencia y seguridad nacional del imperio. Por esta razón, no causó gran sorpresa saber que el manual de torturas aplicado a prisioneros iraquíes había sido diseñado por la CIA para ser aplicado en Honduras en 1983.
Hoy resulta evidente es muy complicado para nuestros pueblos defenderse efectivamente de estos ataques, por demás inhumanos, y resalta la vulnerabilidad resultante de la falta de organización, conceptualizació n y definición que provoca la proliferación de movimientos políticos de izquierda en cada país. Aunque éste es sólo uno de los aspectos relacionados con la falta de unidad, su problema fundamental es que el mismo permite a los órganos represivos, dirigir su estrategia selectiva a cualquier miembro de la sociedad.
Este análisis no pretende culpar a ningún movimiento en particular sobre la represión de la que han sido víctimas; es necesario, sin embargo, establecer un vínculo claro y tangible entre la desorganizació n, resultante de tantas “organizaciones” y la vulnerabilidad, así como con la incapacidad manifiesta de plantear una defensa coherente frente a una agresión sin cara, clandestina, feroz e inhumana. Frente a un enemigo bestializado, la falta de estrategias comunes tiene consecuencias fatales.
Algunos de los pensamientos simplistas pensarían en la respuesta está en devolver al adversario cada uno de los ataques que ejecutan contra nuestro pueblo. Cabe aquí el análisis correcto, que debería evaluar sin apasionamientos las capacidades concretas con que cuenta cada uno de los bandos. En principio, no debería olvidarse en ningún momento que el pensamiento de todas las estructuras de poder oligárquica no ha mostrado nunca ningún empacho a la hora de engañar, manipular, traicionar y asesinar.
No se debe menospreciar de ninguna manera, el hecho de que los miembros de las fuerzas represivas son esencialmente entrenados para asesinar; tampoco se debe subestimar la efectividad de los programas de entrenamiento y enajenación a que son sometidos los miembros de estos cuerpos, quienes reaccionan de manera programada y salvaje contra su pueblo, no importando su condición de clase.
Los militares o paramilitares “arrepentidos” son una excepción a la regla, y en ningún caso responden a nuestros intentos por persuadirlos a pensar de otra manera. La estrategia general de represión aplicada desde los años 60, ha demostrado una gran capacidad de ejecución y de renovación. Los compañeros asesinados durante décadas de dictaduras y gobiernos seudo democráticos se cuentan por cientos de miles, y aún no podemos parar de contar.
Hace falta entonces, comprender las razones de nuestra vulnerabilidad frente a un enemigo que está dispuesto, a cualquier costo, a borrar de la faz de la tierra cualquier iniciativa de cambio que surja de las entrañas del pueblo. No debemos confundir las aviesas intenciones de quienes estructuran, dirigen, y financian estos programas represivos, con el pensamiento real de aquellos que ejecutan estos planes. Los militares, policías, paramilitares y otras fuerzas irregulares, nos ven como sus enemigos mientras la oligarquía y los demás como su problema.
Si a esto agregamos la existencia de sistemas judiciales corruptos, y una administració n de la justicia descaradamente favorable a los intereses de las clases dominantes, nos encontramos fácilmente en un estado completo de indefensión. Tal es el caso de Honduras en la actualidad, donde el estado de facto niega con vehemencia la violación de los derechos humanos, mientras los asesinatos de tipo político se multiplican día con día.
El aparato represivo está conformado entonces por todos los estamentos, todas las fuerzas, toda la superestructura del estado en contra de su propio pueblo. Es difícil bajo estas circunstancias presumir que tendríamos éxito “contraatacando” al adversario en su propio campo. Esto se agrava cuando las víctimas potenciales del bando opuesto serían principalmente personas en condiciones de clases iguales a las nuestras. Difícilmente la retaliación llega a quienes propician el ambiente de terror.
La respuesta entonces debemos buscarla en argumentos más concretos, inmediatos, coherentes y responsables. Uno de los aspectos más relevantes de cualquier estrategia para desafiar la represión y la violación de los derechos humanos, radica en la capacidad que tengamos de demostrar a nuestros pueblos la relación directa entre los niveles de organización y la defensa de nuestra seguridad frente a la brutalidad a la que somos sometidos.
Sin embargo, los problemas que presenta la organización, pasan necesariamente por la unidad de nuestros movimientos, alrededor de un proyecto nacional que tienda a seguir objetivos múltiples, en vinculación permanente y directa con las masas, que cumplan con los enunciados de movilizar, formar y organizar. Hoy día, nuestra mayor debilidad radica en nuestras propias contradicciones; debilidad, que se mantendrá creciente a menos que adoptemos posiciones consecuentes con el momento histórico que nos toca enfrentar.
La unidad, vista desde este punto, no es un concepto idealista, utópico o absurdo; por el contrario, se trata de un mandato obligatorio para los liderazgos que emana directamente del pueblo indefenso. Si bien es cierto las tácticas imperiales para dividirnos, sumadas a nuestros desentendimiento de las causas verdaderas de nuestras luchas, han generado contradicciones que parecerían inicialmente irreconciliables, también es cierto que tenemos la obligación de asumir responsablemente el reto que nos presenta el momento histórico que se vive en todo el continente.
Desafortunadamente, los movimientos políticos alrededor de las luchas populares, con el pasar de los años, han sido capaces de crear sendos cuerpos teóricos para justificar la dispersión; no son pocos los casos en que los cambios, por pequeños que fueran, se dieran no gracias sino a pesar de la acción de estos movimientos. Los resultados de combinar la determinación del enemigo y la terquedad infundada de nuestros propios grupos ha traído una gigantesca cuota de dolor y luto a nuestras sociedades.
Increíblemente, a pesar de la permanente tendencia hacia el cambio en nuestros países, nuestros movimientos políticos aún no han sido capaces de visualizar dialécticamente los retos que se presentan en el camino para alcanzar los objetivos de emancipación y fundación de un mundo mejor.
Hoy tenemos la misión impostergable de volver nuestra mirada hacia nuestro pueblo y sus necesidades. No estamos inventando con esto ningún tipo de receta; hemos podido ver en el ejemplo de otros pueblos hermanos, la forma en que la organización desde las bases apoyan de manera decisiva no sólo los cambios sino a la consolidación de los mismos.
La unidad no es un concepto ideológico; representa esencialmente la conjunción de la teoría y la práctica para el desarrollo de la lucha revolucionaria, entendiendo a esta última como un proceso transformador a favor de las mayorías y no como una sucesión de actos violentos que eventualmente llevarán al pueblo la victoria. La historia latinoamericana de los últimos años, sólo nos muestra una experiencia victoriosa de un proceso armado: la revolución cubana, que no sólo fue capaz de triunfar, sino también consolidar el proceso que hoy, 50 años después, constituye orgullosamente el ejemplo de la dignidad, la resistencia, el antiimperialismo y el desarrollo de la sociedad socialista.
No pretendemos restar legitimidad a la opción armada como una vía de liberación para nuestros pueblos; tratamos simplemente de llamar a todos los grupos de nuestra América a que hagan un análisis correcto de las condiciones particulares y generales en las que se lleva adelante el proceso de emancipación que han emprendido nuestros pueblos; y que como resultado de ese análisis se tomen decisiones concretas, definitivas, y pragmáticas sobre las vías que debe seguir cada pueblo de acuerdo a su propia realidad, incorporando la integración de los pueblos a nivel regional como una forma unitaria de lucha y de estructuració n del poder popular.
En momentos en que nuestro continente se encuentra bajo feroz ataque del imperio, resulta imprescindible contar con la voluntad inclaudicable de todas y todos aquellos que alguna vez decidimos participar en la búsqueda de un mundo más justo para todos pueblos de esta nuestra América. No se puede postergar más la decisión de ratificar nuestro compromiso fundamental con nuestros pueblos; cualquier otro tipo de actitud revelaría únicamente la preponderancia de intereses mezquinos, y pondría en tela de juicio la capacidad de nuestros líderes para llevar adelante a nuestro pueblo.
La integración debe ser abierta, sin reservas, sin exclusiones, sin discriminaciones, y estar basada en los intereses de los pueblos de América Latina; no se debe cerrar la puerta a ningún movimiento, social o político, que esté identificado con las luchas revolucionarias. Debemos partir de que todos los movimientos, a pesar de sus particularidades, forman parte importante de todo este proceso y, en consecuencia, deben ser objeto todo nuestro respeto, apoyo y solidaridad.
Debemos demostrar a la derecha trasnacional, que ha sometido a sangre y fuego a nuestros países durante siglos, que seguimos aquí, que no nos hemos rendido, y que somos millones.

21/marzo/2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

A REPÚBLICA POPULAR DA CHINA PUBLICOU INFORME SOBRE A SITUAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NOS ESTADOS UNIDOS


A REPÚBLICA POPULAR DA CHINA PUBLICOU INFORME SOBRE A SITUAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NOS ESTADOS UNIDOS

A REPÚBLICA POPULAR DA CHINA PUBLICOU INFORME SOBRE A SITUAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NOS ESTADOS UNIDOS

13 de março de 2010

A República Popular da China publicou o informe sobre a situação dos direitos humanos nos Estados Unidos na qual afirmou que “ o mundo sofre um sério desastre devido a crise financeira produzida por grandes bancos e assinala que a liberdade de imprensa está subordinada ao que chamam de interesses nacionais dos Estados Unidos”, destacando também que Washington monopoliza 10 dos 12 servidores centrais de Internet existentes no mundo e que pretende impulsionar sua hegemonia com o argumento de defender a liberdade na rede.

O documento intitulado Registro de los derechos humanos de Estados Unidos en 2009 aborda temas como a segurança pessoal e da propriedade , os direitos civis, políticos, econômicos, sociais, as garantiras para as mulheres, e crianças, assim como as violações dos direitos básicos nos Estados Unidos e outros paises.

O texto difundido nessa ultima sexta feira, pelo Escritório de Informação do Conselho de Estado da Republica Popular da China, foi em resposta ao elaborado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos, que na véspera deu a conhecer a sua avaliação anual sobre os direitos humanos no mundo em 2009.

O texto foi elaborado com base em artigos colocados na mídia estadunidense e em informes de organismos governamentais. De maneira similar ao documento anual estadunidense, o texto chinês separa por capítulos os temas, com títulos como “Pisoteando a soberania de outros paises e seus direitos humanos” e Espiando aos cidadãos.

O documento acusa que o informe anual estadunidense é um instrumento político que interfere nos assuntos internos de outros paises, difama a imagem de outras nações e persegue os interesses estratégicos de Washington. “Como nos anos anteriores, o informe está cheio de acusações sobre a situação dos direitos humanos em mais de 190 países e regiões, incluída a China, não dizendo nada sobre os abusos contra as garantias básicas em seu território, nem sobre os excessos que comete com seu poder militar, indica o texto chinês”.

“No tempo que o mundo sofre um sério desastre em direitos humanos causado pela crise financeira global induzida pelos Estados Unidos, o governo segue omisso a seus problemas de direitos humanos e só acusa os outros paises como sendo responsáveis. É realmente uma lástima que isso aconteça”, enfatiza o informe.

Destaca que nos Estados Unidos não é permitida a plena liberdade de mídia e expressão, ao tempo em que são realizados amplamente casos de escuta telefônicas, controle e monitoria da Internet – tudo desencadeado depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, assim como é explicita a iniciativa do Congresso de impor sanções ás cadeias árabes de televisão por satélite.

Durante a jornada, nenhum meio informativo dos Estados Unidos havia dado a conhecer o informe chinês. Nem os canais da CNN em inglês ou os informe em espanhol da Radio Nacional Pública, ou os sítios na Internet de diários como o New York Times ou o The Washington Post, todos completamente omissos sobre o relatório.

Ao referir-se sobre a situação dos crimes com violência nos Estados Unidos, o documento assegura que essa situação significa uma ameaça para as vidas, propriedades e segurança das pessoas e suas famílias. Recorda que em 2008 os estadunidenses enfrentaram 4,9 milhões de crimes violentos, 16,3 milhões de propriedades foram roubadas e ocorreram 137 mil assaltos a mão armada. Ao citar o Escritório Federal de Investigação (FBI), o informe indica que houve 14.180 assassinatos em 2008.

Assim mesmo destaca que as escolas se converteram na pior área de violência, devido as freqüentes agressões armadas em universidades e centros de educação básica e média. Também dão conta do abuso de poder de autoridades ao assegurar que nos últimos dois anos os policiais de Nova Iorque acusados por uso de força cresceram em 50% em relação ao ano anterior.

O documento sustém que na maioria das cidades estadunidenses a policia detém, interroga e amedronta a mais de um milhão de pessoas. As prisões estadunidenses estão super-povoadas e em 2008 a número de réus se elevou significativamente. Menciona que o governo da Califórnia pretendia fazer regressar aos seus paises de origem a milhares de não documentados que se encontram detidos nas prisões do Estado, com o propósito de reduzir o excesso de população. De igual forma, cita os casos de abusos referidos pela mídia estadunidense e Nações Unidas e que ocorreram no Afeganistão, Iraque e na base naval dos Estados Unidos em Guantânamo em Cuba.

O extenso relatório explica que em sua qualidade de maior vendedor de armas do mundo, os acordos militares desse país têm gerado instabilidade por todo o planeta, enquanto incrementa seu próprio orçamento militar e encabeça a lista global sobre a matéria.

Recorda que em princípios de 2010 o governo dos Estados Unidos anunciou a venda de armas a Taiwan por 6,4 bilhões de dólares, apesar do enérgico protesto de Beijin já que afeta seriamente o interesse de segurança da China e provoca indignação de seu povo.

Enfatiza também que o Pentágono construiu as bases militares em todo o mundo, o qual se associa com casos de violações dos direitos humanos aos habitantes locais. Destaca que os Estados Unidos contam com 900 dessas instalações que acolhem mais de 190 mil soldados e outros 115 mil empregados, Essas bases danificam e contaminam o meio ambiente.

Ao referir-se ás tecnologias de comunicação, ressaltam que os Estados Unidos negaram as petições de outras nações, assim como de organizações internacionais, incluída as Nações Unidas, de romper seu monopólio sobre os servidores e descentralizar seu poder de gerenciamento sobre a Internet, pois controla 10 dos 12 servidores centrais da rede. Também tem intervindo em assuntos internos de outros paises fazendo uso do controle que tem sobre os recursos da rede e tem a seu serviço uma equipe especial de hackers, enfatiza. o relatório chinês.

Tradução do original em espanhol realizada por Jacob David Blinder

Lea el texto completo de Informe de violaciones de los Derechos Humanos en Estados Unidos en el 2009 (en Inglés)
(Tomado del diario La Jornada)


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URL del artículo : http://www.cubadebate.cu/noticias/2010/03/13/china-publica-informe-sobre-la-situacion-de-derechos-humanos-en-eeuu-documento/

Enviado por Jacob Blinder

“Si lográramos unirnos, qué hermoso y cercano estaría el futuro”. CHE GUEVARA


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segunda-feira, 1 de março de 2010

Caso Zapata


·        A mídia burguesa não pode pautar nossa agenda, nosso debate, nossa solidariedade a Cuba.
·        Nova agressão midiática contra Cuba.

Por Angeles Diez

A mídia declarou guerra contra Cuba, muito antes do triunfo da Revolução.

É bem conhecido nos meios acadêmicos e nos manuais de comunicação - o que se conta como uma anedota - que o grande magnata Randolph Hearst, dono do New York Journal, antes da eclosão da guerra hispanocubana, enviou um correspondente para Cuba e quando este pediu ao patrão para ir para casa porque não havia nenhuma guerra, o empresário respondeu: "Rogo que fique. Forneça ilustrações, eu fornecerei a guerra". A guerra terminou por ocorrer, claro, e desse período se conservam interessantes ilustrações da imprensa norte-americana, em que a Espanha e os seus políticos aparecem como sanguinários, comedores de crianças, malvados espanhóis, cujo único objetivo era exterminar o povo cubano.

Do final do século XIX até hoje houve duas guerras mundiais e uma terceira guerra composta de dezenas de conflitos, alguns armados e outros menos armados e disfarçados, mas em constante atividade.

Em todos os casos, a mídia tem desempenhado um papel central, mas após a Primeira Guerra Mundial, as lições aprendidas pelos editorialistas norte-americanos, sobre a influência que é possível exercer sobre a opinião pública para que apóie uma intervenção armada, tornou-se parte substantiva da propaganda que apóia o capitalismo e as guerras contra todo aquele que se interponha em seu caminho (interesses nacionais, projetos emancipatórios, reformas sociais,...).

Lippman dirá em 1922, que os meios de comunicação são indispensáveis para que se possa dar a democracia (leia-se, capitalismo) e Bernays, que a propaganda moderna é esforço consistente e duradouro para criar ou moldar os acontecimentos, com o objetivo de influenciar as relações do público com uma empresa, idéia ou grupo.

Estas citações podem nos servir para situar e compreender a lógica dos recentes bombardeios midiáticos contra Cuba, as a morte de Orlando Zapata, que a meu ver, lidas em clave de guerra, demonstram que somos nós mesmos e não só os cubanos que estão sendo bombardeados.

A eficácia do bombardeio ideológico aparece quando, da esquerda, que apóia e defende Cuba, nos sentimos terrivelmente interpelados pelas notícias da mídia; nos sentimos também acusados e em obrigação de responder ao golpe que, lançado sobre Cuba, nos impulsiona a nós mesmos querer pedir explicações aos cubanos. Como diria Bernays, se consegue influir sobre nossa relação com Cuba e, por extensão, sobre a própria utopia do socialismo.

Dado que o nosso conhecimento direto sobre o que acontece em Cuba é limitado e seu se trata de uma realidade complexa, e necessariamente contraditória, quando ocorre qualquer evento que a mídia considera noticiável, ao mesmo tempo em que nos dão as notícias, delimitam o debate e as suas regras. No caso recente, "os direitos humanos em Cuba" e "os dissidentes" (implicitamente presos políticos).

Para nós da esquerda que pensamos e confiamos que os direitos humanos sejam respeitados na ilha, torna-se uma urgência vital saber se foram respeitados ou não os direitos humanos do falecido; se as autoridades fizeram tudo o possível; se os meios de comunicação canalhas possuem ou não razão ao falar do desprezo das autoridades cubanas pela vida deste homem; e assim por diante. Precisamos de dados que nos façam sentir seguros no tabuleiro do jogo "verdade ou mentira"; e para continuar nossa missão como defensores de Cuba (indiretamente do socialismo, marcando Cuba como a realização "do socialismo na terra").

No entanto, se soubéssemos, por exemplo, que Zapata "se declarou em greve de fome, em 18 de dezembro de 2009, recusando-se receber assistência médica; que apesar disso foi transferido ao médico da prisão, logo ao Hospital Provincial de Camaguey, e após ao Hospital Nacional de Presos de Havana; que se prestou todos os cuidados médicos necessários, incluindo terapia intermediária e intensiva, alimentação voluntária por via parenteral (intravenosa) e enteral (através de levin), e se garantiu todos os medicamentos e tratamentos necessários até seu falecimento; fatos reconhecidos por sua própria mãe"; que foi atendido com respiração atendida (ventilação mecânica) até a sua morte; nos sentiríamos mais seguros e confrontaríamos a propaganda midiática? Acho que não, apenas a nossa consciência seria aliviada ao saber que estamos no lado certo e que a mídia mente, algumas vezes descaradamente, outras ocultando dados, mas mente. Sem perceber, haveríamos aceitado, sem questionar, a régua de medir Cuba, que tão cara é para a mídia: "os direitos humanos". Nos colocaríamos, nos colocariam, no papel de guardiões do cumprimento e respeito dos direitos humanos, por parte do governo cubano. Situação ideal: que seja a esquerda que peça explicações a Cuba.

Não é de se esquecer que esta questão dos direitos humanos é um dos diversos temas graves em torno do qual se articula a agressão contra Cuba, e não é por acaso, desde 2003, quando Bush criou a "Comissão de Ajuda a uma Cuba Livre", que em 2004 destinou mais de US$ 59 milhões (por dois anos), e identificada como prioridade "a disseminação de informações no exterior (...) especialmente no que diz respeito aos direitos humanos e outros acontecimentos em Cuba". Se fizéssemos um maior acompanhamento sobre as campanhas midiáticas contra Cuba, comprovaríamos que esta é uma de suas armas ideológicas mais letais.

O outro tema importante que é repetido e repetido constantemente em toda a informação, notícia ou espetáculo que se pense em Cuba será os "dissidentes" (também identificados como uma prioridade nos informes da Comissão estadunidense e em documentos sobre a posição comum européia). Aqui, novamente, com o caso Zapata, nos coloca na posição: Zapata era ou não um dissidente? Era um criminoso comum ou um prisioneiro realmente de "consciência"?

Do meu ponto de vista, esta é outra armadilha. Em geral, não costumamos cair nela, mas nos tranqüiliza encontrarmos argumentos que nos dizem que, efetivamente, "Zapata era um prisioneiro comum; que estava entre os 75 detidos em 2003; que foi preso em 2004 por desordem pública, desacato e resistência; que desde 1990 havia sido preso por perturbar a ordem, por dano, por ofensa, fraude e posse de arma branca; etc. E que, a partir de 2001, vincula-se a contra-revolução" (eu não gosto de usar o termo dissidência) e que, desde 2003, quando reentrou na prisão, agrediu funcionários, se recusou a comer a comida da prisão e apenas comia o que traziam seus familiares, e assim por diante. Esse registro nos ajudaria novamente restaurar a calma quando somos acusados de "amigos de Cuba", mas este não é o ponto.

O importante, creio, é ter claro como se maneja, desde fora e de dentro da guerra mídiática, o tema da dissidência. O que interessa saber são os antecedentes da dissidência, sua construção como arma ideológica.

Primeiro; o que foi e continua sendo um dos objetivos prioritários da agressão: criar uma dissidência real (objetiva), que possa levar a cabo ações contra a segurança do Estado (ações puníveis em todos os Estados de Direito, inclusive a nossa [Espanha]), uma dissidência interna que possa constituir a famosa "terceira via" - trata-se de uma estratégia manual -. Trabalham há anos para isso e o governo espanhol tem sido um colaborador imprescindível (especialmente no período PSOE anterior a Aznar, e agora se quer recuperar terreno, para quando os tempos mudarem em Cuba, estiver em melhor posição, econômica e politicamente). Se aceitarmos a lógica "era ou não Zapata um dissidente", implicitamente reconhecemos que existe dissidência em Cuba, é dizer "prisioneiros de consciência" ou "presos políticos".

Portanto, nos obrigam a entrar no debate sobre se tratava ou não de um criminoso comum. Para o sistema de propaganda, não importa a resposta, uma vez que aceitamos, juntamente com o resto do público, que existem dissidentes "embora este não fosse". Além disso, o termo é especialmente útil para o reconhecimento implícito de que Cuba como uma "ditadura", porque, como todos sabem, os presos políticos existem apenas em ditaduras.

No caso de Cuba, Venezuela, Irã,..., devemos ter em mente que a guerra da mídia é parte de uma estratégia global para facilitar a intervenção militar. Não podemos ignorar a história do Iraque, não podemos nos posicionar deixando de lado a história e aplicando categorias abstratas, sem mais. Toda estratégia de guerra, como eu disse em um artigo sobre a guerra e os meios de comunicação, começa por isolar, continua com a criminalização e termina com a intervenção. No caso de Cuba, muito inteligentemente, o sistema cubano sempre tentou evitar estar isolado, apesar de ser uma ilha. Por isso, porque podemos chegar a conhecer a complexidade da realidade cubana, nos é mais fácil defendê-la; o que se revela mais difícil é nos autodefendermos contra os ataques feitos pela mídia. Porque, na realidade, é contra nós - todos aqueles que defendem o socialismo - que fazem a guerra.

A frase "a primeira vítima da guerra é a verdade", pronunciada em 1917, pelo senador estadunidense, Hiram Johnson, deveria ser transformada na seguinte: "a primeira vítima do capitalismo é a verdade". Porque, segundo Marcuse, não é exatamente a guerra que dá lugar à necessidade da manipulação da linguagem, senão o próprio desenvolvimento do capitalismo, que se vê forçado à mentira e a manipulação da linguagem, combinando, desta forma, o domínio da matéria com o domínio da mente [1].

Finalmente, Chomsky disse que o papel do intelectual é falar a verdade ao poder. Por um lado, porque o poder já sabe a verdade e outra, porque ele está ocupado tentando escondê-lo. Nossa tarefa é mais na linha que podemos encontrar ferramentas para nos defender da guerra de mídia, algumas das quais são derivadas da análise de casos específicos como este da morte de Orlando Zapata, mas outras requerem um maior esforço para entender que mídia e comunicação são armas militares de destruição em massa. Nesse sentido, penso que a experiência cubana é paradigmática. Para explorar o modo como os meios de comunicação operam contra Cuba nos ajuda a desvendar o funcionamento do complexo sistema de propaganda.

Nota: [1] Marcuse, H. One Dimensional Man, 1985 p. 119

FontCALPU

Tradução: Robson Luiz Ceron -

OS DIREITOS HUMANOS TÊM MÃO DUPLA?

É vergonhoso ou não é a cumplicidade demagoga da mídia e dos "democratas e humanistas" em defenderem e justificarem o NARCOTRAFICANTE Uribe , criminalizando a FARCs e matando os povo (Trabalhadores, indios, resistentes ...)?

E corroborando também uma análise em forma de artigo a "instituições" de "Direitos Humanos", de Laerte Braga:

OS DIREITOS HUMANOS TÊM MÃO DUPLA?
OS DIREITOS HUMANOS TÊM MÃO DUPLA? Laerte Braga


Milhares de muçulmanos foram detidos em todas as partes do mundo e levados para a base norte-americana de Guantánamo, na reação do governo do então presidente Bush ao ataque às torres gêmeas do World Trade Center. Suspeitos foram detidos sem qualquer observância aos menores princípios do direito e mantidos presos na base sem culpa formada, sem processo regular, sem direito a advogados, qualquer tipo de defesa até que, no final do governo Bush, um juiz assegurou o direito mínimo de defesa. Muitos, diante da absoluta falta de provas foram liberados anos depois com um simples pedido de desculpas. Como disse o presidente de Cuba Raul Castro ao ser perguntado por um jornalista sobre os direitos humanos em seu país, ao lado do presidente Lula, só não existem direitos humanos ali, na área ocupada pelos norte-americanos, exatamente Guantánamo.

O presidente do Paraguai Fernando Lugo revelou há dias que uma das exigências do governo dos EUA para uma base militar no Paraguai, no governo anterior, foi a de que os militares norte-americanos tivessem imunidades diante da legislação internacional sobre direitos humanos. As cenas de violência e boçalidade nas prisões do Iraque foram assistidas em todo o mundo e a encenação de julgar militares de baixa patente tentou mostrar um lado sadio numa nação doente, os Estados Unidos, com direito a efeitos especiais. É recente um filme premiado em várias categorias, A IDENTIDADE BOURNE, sobre um capitão dos EUA que é atraído e apresenta-se como voluntário a um programa das agências de inteligência daquele país, que visava eliminar inimigos em qualquer parte do mundo. O filme teve duas seqüência nas quais o agente percebe que foi usado de todas as formas possíveis, inclusive perdendo suas próprias referências, a partir do seu nome, da cidade onde nasceu, tudo para executar “missões patrióticas”. Não é nenhuma obra prima, mas é um bom filme e exemplo da rotina dos serviços de inteligência dos EUA em qualquer lugar, na garantia da “democracia”, na observância dos “direitos humanos”.

Que direitos tiveram os afegãos mortos em bombardeios equivocados? Um bombardeio? Não, vários numa só semana. O que a ex-secretária de Estado do governo Clinton, Madeleine Albright quis dizer quando respondeu que a morte de 500 mil crianças iraquianas por conta de um bloqueio político e econômico ao Iraque era um “preço que a democracia paga?” O jornalista Waldo Cruz, da FOLHA DE SÃO PAULO, partícipe da ditadura militar (emprestava seus caminhões para a desova de cadáveres de presos políticos torturados no DOI/CODI de São Paulo), por pouco não levanta vôo num programa de televisão da GLOBO, em canal fechado, ao investir contra Cuba e contra o que chamou de “omissão” do presidente Lula sobre a morte de um prisioneiro que fez greve de fome em protesto contra sua condenação. Sugiro inclusive que a rede disponibilize cintos de segurança nas cadeiras de vários entrevistados e vacina anti rábica para os casos mais graves, evitando problemas futuros. De repente um Waldo Cruz da vida levanta vôo, bate com a cabeça no teto, além do prejuízo existe ainda o risco de um traumatismo craniano e o vento que vai sair do cérebro contaminar um ou outro convidado que tenha alguma coisa na cabeça.

Quando o governo de Saddam Hussein foi deposto e um governo títere imposto ao povo iraquiano, um acordo foi assinado com os EUA, que excluía os norte-americanos de qualquer responsabilidade perante tribunais internacionais em caso de violações de direitos humanos ou crimes comuns. Seriam julgados mesmo que o crime fosse de furto, por exemplo, pela justiça militar norte-americana. Milhares de estupros de cidadãs iraquianas ficaram encobertos nessa cortina cínica do império que era de Bush e agora é gerido pelo cervejeiro Barack Obama. Isso se aplica aos militares norte-americanos na Colômbia, no Afeganistão, em Honduras, nas mais de 300 bases espalhadas pelo mundo inteiro, inclusive na Europa.


É recente a ação de agentes do MOSSAD em falsificação de passaportes para entrar em Dubai e assassinar um líder do Hamas. Pressionados, os governos da Grã Bretanha, da Alemanha e outros não tiveram como negar o fato. É prática comum do governo terrorista de Israel.

Dia desses o JORNAL NACIONAL mostrou as imagens de uma cidadã palestina sendo revistada num posto de controle em território palestino ocupado por Israel e William Bonner, com sua costumeira e prodigiosa capacidade de mentir sem piscar, é um robô, disse que a senhora havia investido com uma faca contra soldados de Israel. Não mostrou que os soldados de Israel, na revista, tinham apalpado os seios da cidadã palestina e apertado suas nádegas.

Como no golpe contra Chávez em 2002 que a tevê privada da Venezuela mostrou chavistas “atirando” contra “civis indefesos” e quando aberta a imagem se percebia que os francos atiradores eram os golpistas, a reação dos homens leais a Chávez era atirar a esmo num lugar onde não havia ninguém. Se a rede de tevê é punida por mentira contumaz, informação deturpada, práticas golpistas, chantagem, corrupção, tudo o que a GLOBO faz aqui, está se “violando a liberdade de expressão”.

O governo dos Estados Unidos não assinou o tratado internacional que constituiu um tribunal para julgar crimes contra os direitos humanos. Mas exige que países que não são signatários do tratado de prescrição de armas nucleares cumpram esse acordo, desde que o país seja o Irã. Israel não. Pode ter pelo menos 60 bombas nucleares para garantir o direito de seus soldados apalparem seios de palestinas.

Em sua campanha eleitoral Obama anunciou que fecharia a prisão de Guantánamo e considerou a base uma vergonha para o seu país. Tomou posse, foi enquadrado pelo poder sionista que governa os EUA e desistiu de fechar a base. Continua com presos sem culpa formada e sem qualquer direito, submetidos a todo o repertório de tortura que qualquer cidadão latino-americano que conhece história, conhece dos tempos das ditaduras militares.

Os torturadores daqui eram treinados por agentes dos EUA.

Um documento da ANISTIA INTERNACIONAL, ONG que liga a seta para um lado e vira o carro para outro, condena a falta de direitos humanos em Cuba? Onde? Nas milhões de crianças que dormem pelas ruas espalhadas em todos os cantos do mundo, mas nenhuma é cubana? No bloqueio político e econômico imposto pelos EUA ao governo e ao povo de Cuba? Por trás de toda essa farsa montada pela mídia brasileira para culpar o presidente do Brasil por ter ido a Cuba e não ter dito nada sobre a morte de um preso cubano, existe o compromisso absoluto dessa mídia com a mentira. Com os interesses de Washington. De banqueiros, empresários e latifundiários. Com a candidatura de José Collor Arruda Serra, o ano é eleitoral e querem retomar o poder a todo custo para que o BRASIL vire, definitivamente, BRAZIL.

A violência e a barbárie em escala mundial partem de Washington, passam por Tel Aviv e se espalham por todos os cantos na doença capitalista que o império impõe ao mundo. Ou vale lembrar a frase de Nixon quando lhe disseram que o governo do ditador Medice violava os direitos humanos com tal brutalidade que era necessário dar um alerta. Nixon respondeu – “e uma pena, mas ele é um bom aliado, vamos deixar isso para lá” –.

O jornalista Waldo Cruz, ou jornalistas globais, já se preocuparam em levantar o número de homicídios praticados por traficantes colombianos travestidos de pára militares, aliados de Uribe contra adversários do governo e do narcotráfico?

Já contaram a história do acordo entre as FARCs e o governo colombiano. A guerrilha deixou a luta armada, disputou eleições, elegeu vereadores, prefeitos, deputados e senadores e foram todos assassinados para evitar quem em pouco tempo os colombianos elegessem um integrante do grupo para a presidência do país e acabasse com os cartéis que governam a Colômbia? Que a decisão de voltar à luta armada foi conseqüência dessa vilania, dessa infâmia?

A falta de caráter da grande mídia brasileira e seus miquinhos amestrados (dar entrevista na GLOBO é aquele negócio de quinze minutos de fama) não tem limites e nem pudor.

Os assassinos de camponeses em Eldorado do Carajás continuam soltos.
A luta para levar às barras dos tribunais e a cadeia os que mandaram e mataram Dorothy Stang é travada dia a dia para evitar que juízes e tribunais corruptos joguem os processos em escaninhos de almoxarifados onde vão para o limbo da prescrição?
O dia que a FOLHA DE SÃO PAULO, que chamou a ditadura militar de ditabranda confessar as barbáries das quais participava durante a ditadura terá moral para falar em direitos humanos. Até lá são criminosos travestidos de empresários.

O dia que os norte-americanos deixarem de usar armas químicas nas guerras que travam para controlar o mundo e abandonarem o poderio nuclear, reconhecerem o Estado Palestino, tal e qual decidiu a ONU em 1948, suspenderem o bloqueio contra Cuba, os assassinatos seletivos autorizados pelo governo contra os que consideram inimigos, nesse dia, se a FOLHA noticiar e a GLOBO também e VEJA mostrar que Bush e Obama são da mesma estirpe terrorista, difere o estilo, aí sim, poderão falar em direitos humanos. O que fazem é mero jogo de interesses. Para eles direitos humanos têm mão dupla.

os NARCOTRAFICANTES EXTERMINADORES do POVO Colombiano - Até quando os "DH" e as organizações internacionais permitirao isso?

os NARCOTRAFICANTES EXTERMINADORES do POVO Colombiano - Até quando os "DH" e as organizações internacionais permitirao isso?
Aquí puede ver Venezolana de Televisión y Tele Sur
Canarias
www.bentayga.org
Canarias - Enviado por Clauju

Resgatando o post: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/02/documentos-da-cia-mostram-uribe-e-capo.html Documentos da CIA mostram : Uribe é Capô do Narcotrafico. Mas quem paga é o lider da FARCs, preso e torturado nos EEUU vimos corroborar com a mota abaixo e solicitar as organizações internacionais punição para os EXTERMINADORES NARCOTRAFICANTES na Colombia



Ejército colombiano un nido de asesinos


ANNCOL

Es inmoral quedarnos quietos. No podemos contemplar pasivamente el exterminio de un pueblo, con el manido argumento de que la ‘seguridad democrática’ combate a los terroristas de las Farc, a indígenas terroristas, a campesinos terroristas, a trabajadores terroristas, a desempleados terroristas. No.


Los terroristas son otros. Ellos, los que llevaron a la presidencia al más despreciable de los colombianos, el matón Uribe, y que aspiran permutar por el cerebro gris de los falsos positivos, el despreciable Juan M Santos.


“Recientemente en Colombia se descubrió la mayor fosa común de la historia contemporánea del continente americano, horrendo descubrimiento que ha sido casi totalmente invisibilizado por los mass-media en Colombia y en el mundo”, denuncia Azalea Robles.


En la región más hermosa del planeta. En La Macarena, departamento del Meta.

“La fosa común contiene los restos de al menos 2.000 personas… Desde 2005 el Ejército, desplegado en la zona, ha estado enterrando allí miles de personas, sepultadas sin nombre”.


Hasta el extremo de la crueldad. Colombianos consumiendo agua contaminada de cadáveres.

“La población de la región, alertada por las filtraciones putrefactas de los cadáveres a las aguas de beber, y golpeada de desapariciones, ya había denunciado la existencia de la fosa en varias ocasiones durante el 2009: había sido en vano… pues la fiscalía no procedía a investigar. Fue gracias a la perseverancia de los familiares de desaparecidos y a la visita de una delegación de sindicalistas y parlamentarios británicos que investigaba la situación de derechos humanos en Colombia, en diciembre 2009, que se ha logrado destapar este horrendo crimen perpetrado por los agentes militares un Estado que les garantiza impunidad”.


Como se puede apreciar es un Estado completamente descompuesto que hay que derrocar. Y a sus culpables les debe caer todo el rigor de la justicia popular.

No perdamos el tiempo en elecciones, de facto, fraudulentas. Construyamos la Nueva Colombia desde abajo.


Con la espada de Bolívar y el fusil de Manuel, ni un paso atrás...