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domingo, 9 de janeiro de 2011

Paulo Bernardo e a banda Larga: Ministro pq. dar ao POVO uma NET de 30 reais quando podemos ter uma de 3 reais?

Com pedido :

Sr. Ministro Paulo Bernardo


"AO POVO O QUE É DO POVO"

Sr. Ministro, dar sequencia ao PNLB é de importancia, principalmente quando o que vem a seguir é exatamente a implantação da Banda Larga nas comunidades. Deixo minha manifestação, comum a varios segmentos sociais : É ilógico  ter uma opção libertadora, independente e muitas vezes mais barata para o POVO, se estudar parceria com TELES , que deixaram a sociedade refem delas ( mais uma vez) e ainda pagando 10 vezes o valor que pagaria num mês.

Então, sr. miGostaria de Entender as duas questões marcadas em VERMELHO e em forma de comentario no mail abaixo. Att,
nanda



Governo vai desonerar modems para democratizar acesso a banda larga

 Comentário do Juntos Somos Fortes:

Tava na hora né? acredito que pelo menos 50% o valor atual do moldem (Hoje o custo final está entre 100 a 159 reais a vista) vai ser reduzido. Falta agora o BNDES arrumar uma forma de financiar ( sem ser para lojas) a comunidades ( centro comunitario) este MOLDEM ou como já existe o COMPUTADOR POPULAR, que o preço do Moldem venha incluido ao credito de acesso a compra de computadores poipulares
 
bjao, Nanda Tardin



Pescado do PALAVRAS DIVERSAS-
http://palavras-diversas.blogspot.com/2011/01/pnbl-navegar-e-preciso.htmlPNBL: navegar é preciso
Governo vai desonerar modems para democratizar acesso a banda larga


O empresariado costuma sempre reclamar da carga tributária, justa ou injustamente, mas qual será a postura dos empresários dos grandes veículos de comunicação do país a respeito do conjunto de desonerações que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, pretende levar adiante para universalizar a internet rápida país afora?

O silêncio a esse respeito tem sido sintomático, a não ser para quem se interessa, o PNBL não tem sido explorado como se deve, em suas ações propostas e peculiaridades.  A mídia, em geral, busca algum ponto polêmico para explorar e desqualificar o projeto governamental.

De fato, entre outras coisas, uma política de desoneração para os insumos do setor de TI poderia facilitar o alcance da meta do governo, levar internet banda larga aos confins do Brasil e para os consumidores de baixa renda, que, geralmente, as grandes teles não se interessam e deixam de lado potenciais consumidores de informação.

Por outro lado, só isso, ou seja, a desoneração não resolve.  A participação da Telebrás e o uso da rede de fibra ótica em poder de várias outras empresas, remuneradas por parte da estatal de telecomunicações, poderá acirrar ainda mais o mercado e forçar o barateamento dos preços finais.

O PNBL atinge as teles, mas também atinge as grandes corporações de mídia hoje existentes no país: Globo, Abril, Folha, Estadão...O acesso a internet rápida, universalizado, tornará possível a entrada ou a ascenção de players já existentes no serviço de oferecer informação, entretenimento, cultura etc.   Haverá mais audiência, logo, mais verba publicitária se deslocando para a internet, em um ambiente multiplo e diverso, retirando desses tradicionais veículos de comunicação um pouco de suas audiências e neutralizando suas influências na (de)formação da opinião pública.
Interfere também no rendimento de seus negócios, na TV aberta, jornais e revistas impressas.  Afinal o acesso a rede, a preços baixos, deslocará a audiência tradicional da TV e impressos, também para a internet, tornando mais célere a queda dos índices de audiência, como se presencia nos dias de hoje.

Talvez resida aí o silêncio das emissoras de TV a respeito, ou a propagação de manchetes negativas dos impressos sobre o PNBL.

Interesses diversos, contrariados, a defesa de um mercado altamente concentrado nos grandes centros urbanos, caro e de, razoável controle de uma pauta afeita a certas necessidades impostas de cima para baixo, do geral para o particular...

É certo que, desde 2003, o governo vem enfrentando muitos obstáculos para fazer sair do papel a democratização da mídia e universalizar o acesso à internet no país, mas com um Congresso de maioria mais folgada, Dilma e Paulo Bernardo, poderão avançar mais rapidamente sobre a questão, a despeito do temor dos empresários proprietários das "sesmarias dos veículos de comunicação no Brasil", muitos deles ligados, ou mesmo pertencendo, a políticos em exercício de cargos públicos.

Nos anos 1990 durante as privatizações do governo FHC,  testemunhamos o quanto medidas nocivas ao país ou para a maioria da população avançavam rapidamente, com o apoio de um Congresso conservador e de uma imprensa entreguista/colaboracionista, mesmo com toda a pressão dos movimentos sociais organizados, o que lesava a pátria avançou como sinônimo de modernização do Estado, promessas de benesses ao povo.
Para avançar "maldades" o rito, historicamente, é sumário, mas para beneficiar a maioria dos brasileiros, o andar é lento e cuidadoso, espreitado por interesses poderosos, que quando contrariados são inclementes e sombrios contra aqueles que ousam se levantar contra uma dominação cultural propagada pela elite nacional há séculos.
Os ventos sopram em direção ao novo, ao diverso, local e democrático, é preciso aproveitar estes ventos, agora, mais do que nunca, navegar é preciso.

Confira mais em: Governo começa 2011 desonerando modems; debate tributário deve ser expandido, diz Bernardo


Paulo Bernardo e a banda Larga: Ministro pq. dar ao POVO uma NET de 30 reais quando podemos ter uma de 3 reais?

Vou divulgar as boas novas fazendo  uma CRITICA a um ponto ao ministro: PQ. não incentivar a expansão da banda larga , com autonomia cidada/comunitaria a preço de 3 reais?Entenda como acessando: http://juntosomos-fortes.blogspot.com/2010/09/empoderamento-popular-via-internet.html

NAO CONCORDO com a parceria das teles e se PODEMOS dar autonomia a cidadao, DEVEMOS faze-lo.

Segue artigo Banda Larga e concessoes e


Nanda Tardin


http://blog.planalto.gov.br/paulo-bernardo-universalizar-banda-larga-no-pais-e-p\
rioridade-de-governo

Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, concede entrevista no
Palácio do Planalto após audiência com presidenta Dilma Rousseff

Paulo Bernardo: universalizar banda larga no País é prioridade de governo

Após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto,
o ministro Paulo Bernardo (Comunicações) deu entrevista aos
jornalistas e explicou que o governo está focado para oferecer à
população acesso bom e barato à internet por banda larga. Foto: Wilson
Dias/ABr

Universalizar o serviço de banda larga é prioridade do governo,
afirmou nesta sexta-feira (7/1) o ministro Paulo Bernardo
(Comunicações) após se reunir com a presidenta Dilma Rousseff no
Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Segundo ele, a presidenta
recomendou manter foco num plano nacional que leve à população um
sistema com qualidade e baixo custo. O ministro revelou que inicia, na
próxima semana, reuniões com setores envolvidos na questão, como
empresas de telefonia e provedores de acesso, além de entidades
sindicais e sociais. O ministro espera que até o mês de abril tenha
fechado o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) (arquivo PDF para
baixar).

“Vou ter a semana inteira de covnersa para tentar entender mais.
Será um trabalho em conjunto. Existe uma classe média cada vez mais
numerosa e as pessoas estão cada vez mais sedentas ao acesso às novas
mídias.”

Em sua conversa com a presidenta, o ministro Paulo Bernardo repassou
as ações promovidas nesta primeira semana à frente ao Ministério das
Comunicações. O principal tema da conversa foi o serviço de banda
larga e como facilitar o acesso da população a ele. Paulo Bernardo
informou que para atender à demanda, a Telebrás utilizará as redes de
fibra ótica de empresas estatais federais e estaduais, como os cabos
da Petrobras e das concessionárias de energia elétrica, por exemplo.

O ministro informou ainda que decidirá por uma remuneração pelo uso da
infraestrutura das estatais. Bernardo explicou que vem mantendo
diálogo com o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), para fechar o
modelo de exploração da fibra ótica. “A orientação da presidenta Dilma
é que a Telebrás use a rede com remuneração definida”, disse ele.

Sobre o contingenciamento do orçamento da Telebrás, Bernardo disse
que, num primeiro momento a empresa vai se adequar às diretrizes, mas
se for necessário ele recorrerá ao Tesouro Nacional. Ele, que ocupava
anteriormente o Ministéro do Planejamento, Orçamento e Gestão, brincou
com os jornalsitas ao afirmar que seria o último funcionário do
governo a reclamar sobre corte no orçamento.

Paulo Bernardo também voltou a opinar sobre o preço a ser cobrado ao
consumidor pelo serviço de banda larga. Segundo o ministro, uma conta
mensal de R$ 30 seria plausível. Ele acha que as empresas privas, em
vez de oferecerem produtos mais caros e atendendo uma fatia menor da
população poderia colocar suas reedes a preços mais acessíveis. O
ganho seria na escala. ”Defendemos uma reflexão nisso. Ou seja, que as
empresas ganhem na escala. Pretendo colocar esta proposta a mesa.
Começaremos uma negociação”, disse.

O ministro conversou também sobre o projeto que trata marco
regulatório das comunicações. Ele disse que recebeu nos últimos dias a
proposta preparada pelo ex-ministro chefe da Secretaria de Comunicação
Social, FRanklin Martins, e que a partir de agora fará um exame mais
detalhado. Serão observados cada ponto colocado no documento. O
ministro acha que até o final do ano terá uma decisão sobre o assunto
e que pretende submetê-lo a consulta pública para receber sugestões do
setores interessados.

Bernardo explicou que numa outra frente de ação irá trabalhar no
preparo do Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), que tem por
objetivo levar os serviços de telecomunicação aos diversos setores da
população brasileira. O ministro espera que a proposta esteja
concluída até abril.

Com relação a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), o
ministro acredita que as mudanças feitas na diretoria conseguiu
resolver questões que complicavam a administração da autarquia.
Bernardo informou que a partir da recomendação recebida no fim do ano
passado buscou formar uma diretoria técnica. “O Correios é mais
simples. Parece que a diretoria não tinha coesão. Fui atrás de
currículos e formei uma diretoria técnica”, explicou.

A concessão de emissoras de rádio e televisão para políticos também
foi colocada na entrevista no Palácio do Planalto. Bernardo explicou
que numa entrevista dada a jornalista Elvira Lobato, da Folha de S.
Paulo, manifestou posição pessoal sendo contrário que políticos
controlem as emissoras. Porém, o ministro acha mais fácil que o
Congresso Nacional aprove, por exemplo, um impeachment do que
regulamentar a lei que impede a participação de políticos -- inclusive
parlamentares -- no comando das concessões. Isso vai ser tratado,
segundo ele, no marco regulatório do setor de telecomunicações.

--
#RioBlogProg - Política
Movimento dos Internautas Progressistas do Estado do Rio de Janeiro
Grupo de discussão sobre Política
Enviado por Beto Moreira


um ano de EMPODERAMENTO POPULAR.
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=Empodera
POR UMA CÂMARA DOS DEPUTADOS POPULAR!
POR AMPLA PARTICIPAÇÃO DOS VÁRIOS SEGMENTOS DA SOCIEDADE NO PROCESSO POLÍTICO!
PELO RECONHECIMENTO DA VONTADE DE TODA SOCIEDADE, é que encaminhamos a expressão escrita desta :
PROTÓGENES QUEIROZ PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=Empodera
Somos a base da piramide, 180 milhoes de brasileiro, só falta fazermos uso dessa força e assim evitar que o topo nos manipule.
Bjs
Nanda Tardin
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